sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Pra onde vamos?




Os tempos mudaram, as pessoas também.
Essa é discussão mais fresca que saiu do forno. Muito se fala dos novos rumos que o mundo toma e com isso a comunicação.
As hipóteses são muitas e ainda rasas. O que se pode dizer com uma possível certeza é que, em um primeiro momento quem se transformou mais foram os consumidores. Sim, eles já não receptivos assim, se tornaram mais atenciosos e desconfiados e isso se deve muito ao excesso de anúncios publicitários que os fez ficarem cada mais "imunes" aos nossos "encantos".
Então, o que fazer para atingi-los de maneira diferente? Desafio, sempre. E dentro disso, muitas novas propostas. Uma delas é o Marketing de Experiências, que vem sendo estudado nos Estados Unidos e já vem sendo usado de maneira sútil. O pesquisador norte americano, Bernd Schmitt é um dos maiores entusiatas dessa vertente, afirmando que "sentir, tocar, ouvir, são sensações que ficam com muito mais força do que a simples apresentação tradicional".
Sim, criar um ambiente onde as pessoas possam "viver" a experiência de consumir determinado produto ou serviço, ou mesmo se fazer lembrar por um cheiro ou um som único.
Podemos ver isso, por exemplo, nos som que a operadora claro criou para que seus consumidores identifiquem quando estão ligando para um número da operadora, ou mesmo lojas, que colocam uma essência especifica em suas dependências, despertando diversa sensações.
Além disso a Internet se tornou uma grande aliada para anunciar, pois ela permite ao consumidor interagir diretamente com o anúncio, como por exemplo, clicar no anúncio para obter mais informações ou mesmo já realizar a compra.
Isso são só um dos nortes que podemos tomar como profissionais dentro de um mercado tão mutante, mas sempre valeu e valerá a criatividade individual e ânimo para se por frente aos desafios.

Fonte: "Do jingle às novas experiências sensoriais auditivas." Monografia apresentada ao curso de Comunicação Social Integrada da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2008.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Poder das Marcas...


foto de campanha do Viagra.

Essas informacoes foram coletadas de um blog chamado "Hiato Criativo", sao dicas de um dos maiores especialistas em Branding da atualidade.
Vale a pena conferir:

Os 10 mandamentos das marcas emocionais, segundo Marc Góbé

1. De consumidores para pessoas – Clientes não podem ser tratados como alvos a serem atacados, é preciso construir relacionamentos com eles.

2. De produtos para experiências – Proporcionar experiências será vital, pois produtos atendem a necessidades e experiências satisfazem desejos.

3. De honestidade para confiança – Honestidade é obrigação. As marcas devem ir além, conquistando confiança, para gerar envolvimento e intimidade.

4. De qualidade para preferência – Para obter sucesso, não bastará ter qualidade reconhecida. Será preciso perseguir a preferência do público.

5. De notoriedade para aspirações – Ser conhecido não significa ser amado. Para ser desejada, a marca precisará refletir as aspirações dos seus clientes.

6. De identidade para personalidade – Para se diferenciar, além de uma identidade clara, as marcas devem ter uma proposta, caráter e carisma.

7. De funcionalidade para sentimento – Mais do que ser funcionais, os produtos devem proporcionar experiências sensoriais através do design.

8. De ubiqüidade para presença emocional – Alta visibilidade não é mais suficiente. As marcas devem buscar contatos emocionais com as pessoas.

9. De comunicação para diálogo – Mais do que discursar através da comunicação tradicional, as marcas precisam entrar na vida de seus clientes.

10. De atendimento para relacionamento – Atender bem é só uma tarefa de venda. Estabelecer relacionamentos é reconhecer a importância do cliente.


Seis tendências fundamentais para o futuro

1. Tribalismo: uma tribo para chamar de minha. Num mundo fragmentado e individualista, a nostalgia do clã, da grande família, a aspiração a pertencer a uma comunidade.

2. Lar, doce lar: nenhum lugar como a minha casa. A medida em que aumentam a violência e os problemas urbanos, um interesse renovado por cuidar do ninho e de tudo o que é associado a ele.

3. Quero ser Criança: nostalgia da infância. A complexidade crescente e a competitividade exacerbada impulsionam a busca pelo prazer, especialmente o lúdico.

4. A verdade, por favor: não me engana que eu não gosto. A geração de consumidores que foi exposta ao marketing desde o berço e tem acesso à informação on-line não se deixa enganar facilmente.

5. De volta pra casa: nostalgia do passado. Revalorização do modo de vida simples e gregário das cidades pequenas e comunidades.

6. Espiritualidade: nascer de novo. Busca do eu interior por meio de estímulo aos sentidos.

Fonte: http://www.hiatocriativo.com/tag/branding/

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Começar...

Apenas o começo de um sonho. E isso já é muito bom...
A Vojo é uma equipe de free-lancers que decidiram se lançar no mercado.
Foi necessário coragem. A crise nos fez perceber que algo está mudando.
Ou será que foi o Obama?
Só sei que sim, nós podemos. E por essa possibilidade é que decidimos iniciar com as idéias.
As idéias são o cerne das nossas produções. A origem de tudo.
Conceito.
O caminho está aí.
E nós também.